sábado, 1 de setembro de 2012

 Me aventurando no artesanato. Quadros de tecidos para dar outro ar à sala.


domingo, 18 de março de 2012


Divina Comédia


A Divina Comédia (originalmente Comedia, em italiano, e batizada de Divina Commedia por Bocaccio, em uma edição de 1555) é um poema épico escrito em italiano, obra prima de Dante Alighieri, completa um pouco antes de sua morte, em 1321. Trata-se de um poema narrativo rigorosamente simétrico e planejado, narrando uma viagem pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, descrevendo cada uma das etapas da viagem com ricos detalhes. Durante a narrativa, o personagem Dante é guiado pelo poeta clássico Virgílio pelo inferno e purgatório, e por Beatriz, musa de Dante, ao paraíso.

Uma das características marcantes da obra é a sua simetria estrita, baseada no número três, baseado na técnica chamada “terza rima”, dotada de estrofes de dez sílabas, com três linhas cada, rimando na ordem ABA, BCB. CDC, DED, EFE, onde a linha central de cada terceto combina com as duas linhas marginais do terceto seguinte.
O poema está dividido em três livros, um para cada dimensão (Inferno, Purgatório e Paraíso, os níveis possíveis no pós-vida, como geralmente imaginado pelo homem da Idade Média), sendo 33 cantos para cada livro, com cada canto possuindo 40 a 50 tercetos aproximadamente, terminando com um verso isolado em cada final.
A influência deste poema épico é de grande dimensão em meio à cultura ocidental, influenciando poetas, músicos, cineastas, e outros artistas ao longo destes 700 anos de existência. É considerada obra máxima da língua italiana e um dos grandes clássicos da literatura universal, considerado ainda texto-base da sistematização da língua italiana moderna.
A história narrada pelo poema se inicia com a visita de Dante ao Inferno, guiado por Virgílio, poeta admirado pelo autor. Ele é chamado pela paixão de infância de Dante, Beatriz para ajudá-lo, pois tinha-o visto em apuros. Dali, Virgílio irá guiá-lo até as portas do céu, passando antes pelo Purgatório. Depois de passar por dois níveis do denominado “ante-purgatório”, os dois passam por um portal e iniciam nova viagem. Ao passarem por sete terraços, cada um mais alto que o outro, eles são expurgados de cada um dos sete pecados capitais. No último círculo do purgatório, Dante se despede de Virgílio, e junto a um anjo é levado através de um fogo que separa o purgatório do paraíso terrestre. Então às margens do rio Letes, Dante encontra Beatriz e se purifica, banhando-se nas águas do rio para que possa prosseguir viagem e subir às estrelas. No paraíso, Dante é guiado por Beatriz, passando pelos vários céus do Paraíso, encontrando personagens como São Tomás de Aquino e o imperador Justiniano. No céu de estrelas fixas, Dante é interrogado pelos santos sobre suas convicções religiosas e filosóficas, recebendo ao final permissão para prosseguir. Nos nove círculos angélicos, recebe a visão da Rosa Mística, separa-se de Beatriz e tem a oportunidade de sentir o amor divino que emana diretamente de Deus.






A Terra segundo a geografia de Dante. No hemisfério superior está Jerusalém e o mundo conhecido (século XIV). No hemisfério inferior há um grande oceano com uma única ilha no seu centro onde desponta uma montanha tão alta que alcança os céus. Ilustração de Helder da Rocha.



A ROSA MÍSTICA

A Rosa Mística é um símbolo cristão que significa a aquisição da Gnose, obtido pelo perfeito entendimento da Vida, Paixão e Morte do Nosso Senhor Jesus Cristo. É um emblema de largo significado espiritual, que transcende as fronteiras do romantismo e serve como âncora para nos levar a experiências sensoriais de elevado nível de sutileza neurológica. Desse símbolo se valem as seitas espiritualistas e a própria Igreja católica para ancorar ideias de profundo conteúdo místico que vão além da religião e penetram o território da poesia.
Para a Igreja Católica o simbolismo da Rosa Mística está ligado à Virgem Maria. Segundo uma tradição conservada pelos católicos ela apareceu várias vezes à uma vidente italiana chamada Pierina Gilli, em Montichiari, entre os anos de 1947 e 1976. Em suas aparições a Virgem mostrava à vidente o seu coração ornado por uma coroa luminosa, parecendo uma rosa, que desabrochava em todas as cores, como um lindo caleidoscópio.
O simbolismo da rosa também está relacionado com a história de Santa Isabel, historicamente conhecida como Isabel de Aragão, esposa do rei Don Dinis, e rainha de Portugal. Segundo uma crônica portuguesa, a rainha Isabel era muito piedosa e costumava distribuir pão aos pobres. O rei Don Dinis não gostava muito desse costume, pois ele desfalcava o tesouro real. Assim ela passou a fazer isso clandestinamente, sem que o que o rei soubesse. Um dia, ela saiu do Castelo do Sabugal numa manhã de Inverno para praticar a sua caridade. O rei, desconfiado, seguiu-a sem que ela percebesse. Ao ser interpelada pelo soberano, que quis saber onde ia e o que ocultava no seu avental, ela disse:” São rosas, senhor.” “Rosas, no Inverno?”, perguntou, com sarcasmo, o rei. “Deixe-me ver”. E quando a rainha mostrou o conteúdo do seu avental, o rei ficou estupefato, pois nele só haviam belas e perfumadas rosas.

Simbologia da Rosa

Símbolo da beleza, perfeita na forma e apreciada pelo seu perfume, a rosa é a flor que simboliza a natureza em seu processo de maior sutileza criativa. Ela é, para os ocidentais, o que o lótus representa para os asiáticos. Na Índia existe a tradição de culto à rosa cósmica Triparasundari, que homenageia a beleza da Mãe divina, a natureza feminina de Brhaman, representada pelo deus andrógeno Xiva. Ela representa a obra acabada da natureza sem mácula, perfeita em todos os seus detalhes. Seus seguidores a veem como a taça de vida, a visão espiritual do amor, e é invocada como uma poderosa mandala para se atingir um enlevamento místico.
Na mitologia ocidental a rosa é uma flor consagrada a muitas deusas. No mundo grego ela aparece como símbolo do culto à Afrodite. A lenda diz que Afrodite nasceu da espuma do mar, e quando esse nascimento se deu a espuma que se tornou a deusa tomou a forma de uma rosa branca. Outro mito conta que Afrodite encontrou o deus Adônis ferido e foi socorrê-lo. Quando tentava colocar seu corpo sobre um roseiral em flor, ela se feriu num espinho e seu sangue coloriu as rosas que desabrochavam. Ela colheu as flores manchadas com seu sangue e as colocou sobre o corpo de Adônis, e isso lhe fez com que ele se curasse. Essa lenda deu nascimento a uma cerimônia, praticada na antiga Grécia com o nome de Rosália. Essa cerimônia evocava o poder de regeneração atribuído à essa flor, associada à beleza de Adônis e Afrodite. Mais tarde essa cerimônia se transformou no costume de se colocarem rosas sobre os túmulos das pessoas falecidas, simbolizando a sua regeneração. Esse costume, com as variantes exigidas pelo tempo e pelos povos que o adotou, se conserva até hoje.
Há, na mitologia hindu, uma tradição que sustenta que a deusa Lakshmi (deusa do amor), nasceu de uma rosa. Na mística cristã, ela é considerada também como sendo a taça que recolhe o sangue de Cristo. Igualmente se vê nela a transfiguração das gotas desse sangue e o símbolo das chagas de Cristo, que são representadas na forma de rosas vermelhas. No Velho Testamento, a rosa é o símbolo da beleza e o arquétipo perfeito da sexualidade desperta e satisfeita como uma função fundamental da natureza. O Cântico dos Cânticos, coletânea de poemas atribuídos ao rei Salomão, faz largo uso do simbolismo da rosa para dar vasão ao erotismo místico que exala desses sagrados poemas.

A Rosa-Cruz

A rosa, associada à cruz, tornou-se o símbolo natural do cristianismo místico. No antigo ritual da Maçonaria especulativa, segundo informa Paul Naudon, a contemplação desse símbolo era o corolário do ensino maçônico, que se dava no último grau, após o recipiendário fazer uma “viagem” de três dias, na qual ele dava trinta e três voltas ao redor da Loja. Depois dessa “viagem,“, ele descia aos “infernos”, de onde voltava com a Palavra Perdida, representada por uma rosa vermelha, símbolo da vida renascida no sangue de Jesus.
Assim, o corpo de Cristo na cruz era substituído por uma rosa. Com isso se consumava a regeneração, que ocorria com a cerimônia de iniciação, quando o neófito “visitava o interior da terra”. Era o mesmo processo que fazia com que uma semente depositada na terra germinasse e se transformasse em planta nova. Isso queria dizer, simbolicamente, que o homem desceria ao interior da terra (dentro de si mesmo), como se fora uma semente, e renasceria em virtude da sua crença em Cristo, imitando o processo que a natureza usava para dar vida ao mundo.
Esse processo seria repetido pelos alquimistas na procura da pedra filosofal. Por essa fórmula seria preciso “matar a matéria” e deixá-la curtir em profundas trevas, para que depois, revivida pela ação do fogo, ela ressuscitasse com estrutura diferente. Era dessa forma que os discípulos de Hermes pensavam realizar a transmutação de metais comuns em ouro e todo o seu estranho trabalho de laboratório tinha essa finalidade.
Na Maçonaria essa simbologia equivalia à (re) descoberta da Palavra Perdida, ou seja, a chave da sabedoria que poderia conferir ao seu detentor o conhecimento do bem e do mal e o segredo da vida eterna.
Dessa forma, a Palavra Perdida das lendas maçônicas se revelava nas iniciais que Pôncio Pilatos mandou gravar na cruz de Cristo. Pilatos, segundo essa lenda, era um iniciado nos Sagrados Mistérios e as iniciais que ele mandou escrever na cruz de Jesus não significavam “Iesus Nazarenus Regius Iodorum”, como oficialmente se acredita, mas sim, Ígnea Natura Renovatur Integra (A natureza inteira se renova pelo fogo). Dessa forma, Pilatos sabia que o sacrifício de Jesus era uma cerimônia que tinha por objetivo demonstrar, na prática, o processo de regeneração da vida através da simbologia iniciática. Essa regeneração se dava pela ação do espírito, associado ao calor da terra(o fogo), da mesma forma que o calor do sol, no processo de aquecimento da terra, e com a adição da água, faz a semente renascer. Dai se presumia que todo o cerimonial da morte e sepultamento de Jesus, com o vazamento de seu flanco pela lança de Longinus, a unção do seu corpo com óleos cerimoniais, a sua tumba especialmente preparada por José de Arimatéia (Grão-Mestre da Fraternidade do Novo Convênio), e finalmente o fato de sua ressurreição ser presenciada unicamente por mulheres, constituir, na verdade, um cuidadoso cerimonial iniciático, praticado com rigorosa precisão.

Essa é uma interpretação gnóstica do drama da Morte e Ressurreição de Cristo e foi adaptada pelos Irmãos da Rosa-Cruz para dar nascimento à tradição da Rosa Mística. É uma alegoria de invulgar beleza poética e profundo significado místico. Sua consolidação em lenda e arquétipo emulador do espírito humano ocorreu com o mito da Fênix, o mítico pássaro que renasce das cinzas, simbolizando o espírito(ar) que se liberta da destruição da matéria(terra) pela ação do calor(fogo), para juntar-se à água e voltar como matéria regenerada. Completa-se, assim, o ciclo da vida do mundo, que morre e renasce nos braços da cruz. Por isso, ao referir-se ao magistério de Jesus, João Batista dizia que “ Ele os batizará pelo Espírito Santo e pelo fogo”, (batismo do renascimento espiritual), enquanto o batismo dele, João, era o batismo da água (batismo do renascimento carnal).
A Rosa Mística nos rituais maçônicos

É sabido que os antigos rituais da Maçonaria utilizavam muito mais a simbologia alquímica do que os rituais atuais. A antiga Loja operativa tinha uma ligação simbólica muito mais estreita com os laboratórios de alquimistas do que com um templo religioso, propriamente dito. O processo de regeneração espiritual do iniciado maçom tomava de empréstimo com mais rigor a simbologia alquímica do que a liturgia das religiões. Dessa forma, a Fênix que renasce das cinzas, para a tradição maçônica, significava tanto a matéria prima do alquimista que se transmutava pela ação do fogo, quanto o próprio espírito do operador que também recebia os influxos dessa operação mágica e ganhava uma nova constituição, se tornando um “homem novo”. Essa temática se prestava a uma interessante analogia com os mistérios cristãos, já que se encaixava perfeitamente com a doutrina de Cristo, pois Cristo era também a “Fênix” que retornava da morte para renovar a vida do universo. Por isso, a temática maçônica adotou a ideia de reencontrar a
Palavra Perdida sobre as asas da Fênix.
Contemplar a Rosa Mística, tornou-se pois, a apoteose final da jornada iniciática que o místico rosa-cruz, da mesma forma que o iniciado maçom, aspiram no final de sua jornada. Ela é semelhante ao trabalho do alquimista na sua labuta no laboratório para obter a Pedra Filosofal. E é também o objetivo de toda jornada iniciática, pois a Rosa Mística, que também é a Palavra Perdida e a Pedra Filosofal, nada mais é do que a tão sonhada Iluminação buscada por todos os espíritos que se enveredam por esse caminho. Dante a contemplou no final de sua viagem pelas estruturas sutis do universo, da mesma forma que o apóstolo Paulo no caminho de Damasco, Percival ao encontrar o Santo Graal, Sidarta Gautama ao contemplar o lótus. Ela está na visão última e fundamental de todos os santos e profetas que atingem o derradeiro estágio da iluminação.

O Caminho de Santiago

A visão da Rosa Mística também tem relação com o simbolismo do Caminho de Santiago. O Caminho de Santiago é a jornada empreendida pelos místicos em busca da iluminação, que lhe é concedida pela visão da estrela brilhante, que supostamente aparece no final desse caminho para aqueles que são merecedores dessa visão. A descrição dessa estrela, feita por aquele que a contemplaram, fala de um corpo brilhante, formada de raios que emanam de um único centro, semelhante a uma rosa. Por isso, fazer o Caminho de Santiago, para as pessoas de orientação espiritualista, equivale ao trabalho do alquimista em seu laboratório, em busca da pedra filosofal. É uma jornada povoada de perigos e fadigas espirituais, na qual só devem se lançar os espíritos verdadeiramente puros e os corações comprovadamente corajosos. Pode-se dizer que hoje, o Caminho de Santiago é uma moderna jornada á procura do Graal.
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DO LIVRO MESTRES DO UNIVERSO- ED. BIBLIOTECA 24X7, SÃO PAULO, 2010




      

domingo, 4 de março de 2012

Minha Trilha Sonora Eleita de HOUSE





  • The Verve This Is Music-  Slide Away 
  •  I Idolize You
  • Alanis Morissette - Not As We
  • Bird york - In The Deep 
  • Christina Aguliera - Beautiful
  • Crosby, Stills, Nash & Young - Deja Vu -
  • Everybody I Love You - Stephen Stills and Neil Young
  • Damian Rice- Delicate
  • Dave Matthews Band - Some Devil - Oh
  • Filter & Crystal Method - Trip Like I Do
  • Hot Hot Heat - Let Me In
  • Solomon Burke - None Of Us Are Free
  • Jeff Buckley - Hallelujah
  • Korn - Word Up
  • Leon Russell - Stranger in a Strange Land
  • Movie Themes - The Entertainer (Piano Version) from The Sting
  • Pavoratti - Turandot, Nessun dorma!- Puccini
  • Pretenders-Bridget Jones' Diary - Don't Get Me Wrong
  • Prince - Purple Rain
  • Resident Evil - Piano theme - Moonlight sonata
  • The Pretenders - I'm Special
  • The Rolling Stones - You cant always get what you want
  • The Steve Miller Band - Serenade
  • The White Stripes - We're Going to be Friends
  • Three Dog Night - Just An Old Fashioned Love Song
  • Three Dog Night - One is the Loneliest Number (3)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os Dez Maiores Shows de Rock

Os dez mais

Brasil recebeu quatro dos espetáculos que atraíram grandes multidões

Rod Stewart - 1994
Na festa da passagem de ano entre 1994 e 1995, o roqueiro inglês Rod Stewart se apresentou para mais de 3,5 milhões de pessoas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O show consta no Guinness Book, o livro dos recordes, como o maior concerto de rock gratuito
Ilha de Wight Pop Festival - 1970
O 3º Ilha de Wight Pop Festival juntou 250 mil pessoas na fazenda East Afton, na Inglaterra. Grupos como The Doors e The Who tocaram no evento, que ficou famoso por apresentar um dos últimos shows de Jimi Hendrix, morto logo após
Simon e Garfunkel - 1981
Cerca de 500 mil pessoas se reuniram no Central Park, em Nova York, para assistir ao histórico show que marcou o reencontro dessa dupla de rock/folk. O sucesso do concerto gratuito acabou gerando o álbum duplo The Concert in Central Park
Rock in Rio 3 - 2001
Uma das noites da terceira edição desse festival no Rio de Janeiro atraiu um público de cerca de 250 mil pessoas. No palco, Rob Halford, Queens of the Stone Age, Ira e Ultraje a Rigor, Pavilhão 9 e, como grande destaque, os veteranos metaleiros ingleses do Iron Maiden
Woodstock - 1969
O festival mais famoso da história reuniu mais de 500 mil pessoas numa fazenda em Bethel, Nova York. Esse público permaneceu mais ou menos estável durante três dias. Participaram do evento Janis Joplin, Jimi Hendrix e The Who, entre outros astros do rock
Paul McCartney - 1990
O ex-Beatle levou mais de 180 mil pessoas ao estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Graças a essa impressionante marca, o show de Paul McCartney aparece no Guinness Book como o maior concerto com público pagante realizado por um único roqueiro
The Wall - 1990
Esse megaconcerto ao ar livre aconteceu em Berlim, na Alemanha, um ano após cair o muro que dividia a cidade. Ele foi organizado pelo músico inglês Roger Waters, ex-Pink Floyd. Mais de 300 mil pessoas viram Bryan Adams, Cyndi Lauper, Scorpions...
U2 - 1997
Em um ano da aclamada megaturnê Popmart, a mais grandiosa da banda irlandesa, o U2 realizou nada menos que 100 shows. No maior de todos eles, na cidade Reggio Emilia, na Itália, o grupo tocou para uma multidão de 150 mil pagantes
Rolling Stones - 1969
Os Rolling Stones se apresentaram para 250 mil pessoas no Hyde Park, em Londres. O show gratuito marcou a estréia do guitarrista Mick Taylor, que tinha acabado de entrar para a banda, substituindo Brian Jones, que morreu poucos dias antes do concerto
Queen - 1980
Na época, o Queen era uma das bandas mais populares do mundo. Quando o grupo do inglês Freddie Mercury subiu ao palco do Morumbi, em São Paulo, mais de 130 mil pessoas vibraram com músicas como "We Will Rock You" e "Love of My Life"

sábado, 24 de setembro de 2011

ROCK IN RIO 1985

EU FUIIII!! COMO FOI BOM!!

 12 de janeiro de 1985 / 250 mil pessoas


* George Benson

* James Taylor

* Al Jarreau

* Gilberto Gil

* Elba Ramalho

* Ivan Lins



20 de janeiro de 1985 / 200 mil pessoas


* Yes

* The B-52's

* Nina Hagen

* Blitz

* Gilberto Gil

* Barão Vermelho

* Erasmo Carlos

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

HA DOIS MIL ANOS - EMMANUEL (ESPIRITO) / XAVIER, CHICO

O Espírito Emmanuel conta, neste romance, uma de suas reencarnações. Em ambiente de poder, paixões e intrigas, ele é o orgulhoso senador romano Públio Lentulus, que presencia o nascimento do Cristianismo e as mortes dos primeiros mártires. O livro retrata ainda o encontro emocionante de Públio com Jesus.

"Há 2000 Mil Anos" é sem dúvida um dos mais belos romances mediúnicos de todos os tempos. Fruto de lembranças pessoais de Emmanuel, o livro apresenta, em 20 emocionantes capítulos, não apenas impressões do orgulhoso Senador Públio Lentulus, mas também traça, com precisão, um retrato da Roma dos Césares, de seus costumes e tradições quase nunca de acordo com os princípios que o Cristo trazia à Terra naquele momento.

O romance aborda a sua trajetória entre as honrarias romanas, desde os anos tenros até o desencarne em Pompéia, sob as cinzas do Vesúvio. Unido a Lívia por ardente amor de "almas gêmeas", para sua desgraça aceita no coração a calúnia do adultério e a condena, por isso, a vinte e cinco anos de solidão, negando-lhe qualquer palavra de entendimento ou mesmo o convívio com a filhinha Flávia, curada por Jesus.

Enredado em rígidos valores sociais, produndamente incapacitado a entender, humilhar-se e perdoar, Públio desperdiça, para seu posterior desespero, luminosas oportunidades de felicidade e engrandecimento espiritual.

Quando se propôs a ditar o livro, disse Emmanuel, sem perder o ensejo de ensinar humildade e fé a quantos o acompanhavam: "Agora verificareis a extensão de minhas fraquezas no passado, sentindo-me, porém, confortado em aparecer com toda a sinceridade do meu coração, ante o plenário de vossas consciências. Orai comigo, pedindo a Jesus para que eu possa completar esse esforço, de modo que o plenário se dilate, além do vosso meio, a fim de que a minha confissão seja um roteiro para todos."

Fonte: http://www.institutoandreluiz.org/emmanuel.html#emmanuelporchico

Imagens 
Roma Antiga e de Pompéia, antes e pós Vesúvio.
http://www.institutoandreluiz.org/emmanuel_imagens.html 

Vídeos
Pompéia - O Último Dia - Documentário BBC
http://www.youtube.com/watch?v=kaYjvs_DgcA&feature=related

Construindo um Imperio - Roma 1 9 History Channel
http://historia.culturalivre.com/imperios/documentario-construindo-um-imperio-roma/

domingo, 21 de agosto de 2011

GEOMETRIA SAGRADA


Das galaxias às moléculas, a geometria sagrada tem o esteio de quase todas as coisas edificadas pela mão do homem. Em todas as ocasiões de criação de uma forma geométrica qualquer, a geometria manifestou-se como única expressão universal. E tal unidade, desde os primórdios dos tempos históricos, tem-se revelado na construção de civilizações.

O conhecimento a respeito do sol, seu nascimento e seu ocaso, o avanço das estações e a precessão do equinócio, eram características bem entendidas pelos nossos recentes ancestrais. Eles aprenderam a usar a sombra lançada pelo Sol para medir e a circunferência da Terra com alto grau de exatidão. Também está claro que tinham completo entendimento dos ciclos da Lua.



Tudo isso eles viam claramente como luzes guias em suas vidas, de tal maneira que elas se tornaram o coração de seus sistemas de crenças religiosas.

Todo conhecimento que nossos antepassados possuíam a respeito do mundo natural era o necessário para permitir que os maçons operativos realizassem suas tarefas de construção. Agora é possível entender a razão pela qual as cerimônias maçônicas incluem o legado dessas eras passadas.

Mas desenhar um prédio em harmonia com as forças da criação, com o macrocosmo, era algo diferente. Isso exigia claramente conhecimentos especializados. Qual seriam esses conhecimentos..?

A sombra e o Obelisco:

Exatamente como Eratóstenes usou a sombra de uma vara para calcular a circunferência do globo, também os Egípcios Antigos usarem outra forma de vara, o Obelisco.

A forma desta importante ferramenta era ideal para fins de monitoramento. Tendo em seu topo uma peça pontiaguda piramidal [piramídio], o obelisco levanta-se em direção a um ponto. Assim, a sombra lançada no chão fornecia um ponto claramente definido como marcador. Com ele foi possível determinar o movimento da abóboda celeste, marcar as horas em segmentos de 15° num quadrante radial, determinar o sentido leste-oeste verdadeiro para iniciar construções, estudar a Astrologia por meio dos Equinócios e Solstícios, entender as Precessões, e com tudo isto, e muito mais, conseguiram entender linearmente a conexão entre todo na Terra e Deus.


A partir da utilização das sombras combinadas com: o compasso, o prumo, o nível e o esquadro, nascem um universo de figuras geométricas que se convertem logo depois em arte, arquitetura, engenharia, música, e simbologia.


Os nossos ancestrais reconheceram mensurarem e tentarem entender o infinito do MACRO, ou seja, desde o seu ponto de vista individual para o exterior do planeta procurando os deuses no espaço. Mas é nos dias de hoje que o moderno ser humano com sua tecnologia reconhece o infinito do MICRO e é grande a surpresa quando comparada a geometria deste moderno universo com o dos nossos antepassados.

Tudo é igual?, mas qual é o ponto médio então?...



Você já reparou que na natureza, em todos os reinos, tudo parece ter sido desenhado de forma geométrica! Para quem gosta de matemática e geometria, os números e estes desenhos estão presentes em tudo. Perceba as estruturas dos cristais, as folhas das plantas, as flores, as frutas, as teias das aranhas, a colméia com seus favos, o desenho da pele das cobras, o formato dos planetas e o desenho que formam suas órbitas em torno do Sol, uma galáxia, enfim, observando a natureza, não tem como não notar a presença da geometria na criação divina.

O estudo aprofundado das relações geométricas nas formas fez com que o homem as usasse de uma maneira que extrapola o meramente humano e prático, se tornando uma ferramenta de contato com o que é sobre-humano, com o divino e até com o extraterrestre.

Estudiosos observaram que o mapa da planície de Gizé, no Egito, propõe o desenho duma espiral áurea, unindo-se a localização das pirâmides e algumas câmaras ou salas ainda não descobertas. A espiral áurea também está presente no formato do crescimento do caramujo conhecido por Nautilus Marinho, e na flor do girassol. Ela nos remete a um número áureo 1, 61764... da seqüência de Fibonacci, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55... em que cada número é obtido pela soma dos dois outros que o antecedem.



O número áureo 1, 6... aparece como resultado da divisão do maior pelo seu antecedente na maioria das vezes. A espiral áurea é uma forma geométrica obtida pela união de vários semi-círculos inscritos em quadrados de lados cujas medidas seguem a seqüência de Fibonacci. Supõe-se que os antigos egípcios, com suas pirâmides, e outros povos, como os Maias, queriam entrar em contato com civilizações estelares. Além da disposição referida, ocupando pontos específicos da malha magnética da Terra, a geometria das pirâmides, tetraédrica, seria outra chave fundamental para se estabelecer o contato.

Outro elemento importante da Geometria Sagrada é a Vesica Piscis (Bexiga do Peixe). Forma geométrica resultante do encontro de dois círculos, conhecida também como o “Olho de Deus”. Deu origem também à Flor da Vida, um padrão geométrico presente no DNA e nas células de todos os seres.

(Veja abaixo a matéria completa sobrre a Flor da Vida)


Veja os vídeos sobre a Geometria Sagrada aqui:

Geometría Sagrada 01http://www.youtube.com/user/MisteriosUniverso#p/c/9505CB4F31F3ADA3

Geometría Sagrada 02http://www.youtube.com/user/MisteriosUniverso#p/c/9505CB4F31F3ADA3

Os sólidos platônicos são objetos tridimensionais primários completamente simétricos. São os únicos poliedros compostos de polígonos regulares. São tidos como símbolos visíveis e demonstrativos da Orgânica do Universo e conhecidos desde a Antigüidade por Platão, e a eles foram atribuídos vários significados místicos. Eles são o tetraedro (4 faces, elemento Fogo, cor vermelha), o cubo (6 faces, elemento Terra, cor Verde), o octaedro (8 faces, elemento Ar, cor Amarela), o dodecaedro (12 faces, elemento Éter, Cor Violeta, Força Universal da Vida) e o icosaedro (20 faces, elemento Água, cor Azul, Força Biológica da Vida). Mas, por que apenas cinco? Repararam que o icosaedro se aproxima da forma geométrica mais perfeita que existe, a esfera?
"Veja aqui o vídeo"

A Geometria Sagrada está presente nas diferentes artes assim como: Medicina, engenharia, arquitetura, Música, psicologia, nas igrejas atuais, pinturas de Leonardo Da Vinci, nas catedrais antigas, na Cabala, na Árvore da Vida, no Zodíaco, nas Mandalas, nos Merkabahs, nos símbolos da Cura Quântica e dos Reikis, na Radiônica, nos gráficos radiéstésicos, nos diversos amuletos de poder, nas figuras religiosas e até nos desenhos que aparecem em campos de plantação de milho ou canaviais - chamados “Crop Circles” a que se atribuem mensagens extraterrestres.

"Veja aqui o vídeo"

A Geometria Sagrada tem ajudado muito o ser humano quando usada com sabedoria, discernimento e ética. É inegável o benefício que trazem as mandalas, símbolos radiestésicos, o uso do baguá no feng shui, formas harmônicas de edificações, móveis e determinados objetos artísticos.

“Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar.
Por toda a parte, existe Geometria”. (Platão)




A FLOR DA VIDA

A flor da vida é um símbolo esotérico Egípcio que descreve a geometria sagrada que deu lugar ao Universo e que determina os processos naturais como a mitose celular e os movimentos dos sois e os planetas.

Uma forma que conceitua a vida como um processo no tempo, a forma que contem os ritmos; as horas; os dias; os meses; os movimentos dos corpos celestes durante os quais a ideia toma forma, a semente germina.

A Flor da Vida representa o momento em que Deus ativa sua vontade, quando desperta sua consciência para animar o Universo, quando abandona o estado de repouso, de não ego, de não ser, de vazio e de escuridão. É o momento em que Aton Rá, o Deus não manifesto, se transforma no Deus criador de tudo o que existe, o Fiat Lux, o momento em que nasce a flor da vida e que tudo inicia a sua primeira volta.

Para os Egípcios os movimentos de Deus começam com um ponto conceitual, o Olho de Horus, de onde surge a flor da vida cujo fruto é o Universo, a criação. O ponto é referência para saber que existe um movimento, nele começa sua geometria sagrada, dali Deus cria o primeiro espaço virtual do Universo.

Faz isso projetando-se para fora como um ponto que avança repetindo-se formando uma linha reta, a forma Masculina, é o Deus Pai que manifesta sua energia e sua sabedoria. Sua vontade ativa é transformada pelo Deus Mãe, a substância infinita, que gera no seu interior uma resposta, o Deus filho que regressa com a percepção dum plano virtual reconhecido.

Assim os Egípcios entendem a Trindade, como um processo simultâneo, equilátero, de dados enviados, recebidos, e conscientizados. Por isso o triângulo equilátero é a base do Tetraedro, o primeiro sólido puro, forma primaria, masculina de tudo que foi criado.

O processo se multiplica no tempo e no espaço, para frente, para trás, para cima e para baixo, a direita e a esquerda. Assim Deus gera um espaço virtual auto referente.

Simultaneamente ao girar esse volume ao redor do ponto de partida constrói-se o principio feminino, a esfera, um espaço passivo sem tensões com todos os seus pontos ligados ao centro, ao Olho de Horus.

A esfera é a placenta que contem tudo, a substância de todas as formas e volumes, é uma expressão de unidade, de totalidade e de integridade. Nenhum dos pontos da superfície e mais importante que outro, e chega-se a todos da mesma forma desde seu centro de força e energia que os origina. Átomos; células; sementes; planetas e sois, todos fazem eco a essa forma de unidade e potencialidade.

A primeira esfera virtual contem os cinco modelos de Poliedros regulares, sólidos com todos os seus lados e ângulos iguais, chamados de sólidos Platônicos, em homenagem a Platão que aprendeu a Flor da Vida com mestres Egípcios.

São a base, os tijolos com que todo o Universo foi construído, simbolizavam os cinco elementos da Natureza: O fogo; a Terra; o Ar; o espírito ou éter; e a água.



Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron

O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos construtores da nossa realidade física.


O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro.

Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado do interior das Pirâmides. Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos.

domingo, 7 de agosto de 2011

Pesquisador da Universidade de Bournemouth, do Reino Unido, anuncia ter encontrado o local exato de origem das famosas pedras azuis usadas na construção de Stonehenge. Agora, falta responder várias outras perguntas sobre o conhecido sítio arqueológico. ________________________________________________________________

Há 4.605 anos, na chamada terceira fase de construção do famoso e enigmático sítio arqueológico de Stonehenge, na Inglaterra, 80 pedras azuis foram colocadas no interior do círculo que já existia, em duas fileiras. Até hoje não se sabe exatamente por que aquelas rochas, dispostas em formato de meia-lua, foram colocadas lá.

Apesar, também, de os pesquisadores terem uma pista do local de origem daquelas rochas, que seria nas montanhas do País de Gales, a 385 quilômetros de distância, o local exato da extração das pedras azuis permanecia desconhecido. Para Tim Darvill, professor da Universidade de Bournemouth, do Reino Unido, pelo menos esse mistério em relação ao sítio chegou ao fim.

Em artigo publicado na edição de julho/agosto da revista British Archaeology, o especialista britânico anuncia que chegou ao lugar de origem das rochas que formam o semicírculo interno do sítio arqueológico. A espécie de pedreira tem menos de meio hectare e está localizada realmente, como se imaginava, nos Montes Preseli.

O pesquisador encontrou no local paredões rochosos com claros sinais de trabalho humano. Alguns blocos, diz o pesquisador, foram retirados de lá do chão ou das paredes em tempos antigos. A tecnologia na época, que deveria ser simples e eficiente, não deixou muitas marcas no material, segundo o estudo.

Com o achado, Darvill imagina que alguns conceitos sobre a construção de Stonehenge terão que ser revistos. Pelo que foi observado, a exploração daquela espécie de pedreira ocorreu por muito tempo, e uma quantidade muito grande de rochas foi levada de lá.

A simplicidade da tecnologia usada também é outro ponto em discussão. Muitos dos blocos rochosos foram retirados dos paredões já praticamente soltos. Os exploradores aproveitavam o processo de destacamento natural das rochas. O local de origem das pedras azuis, que já se sabia ser distante de Stonehenge, é mais remoto, e de díficil acesso, do que imaginavam os pesquisadores. As dúvidas, portanto, continuam bem maiores do que as certezas.

Agência Fapesp

terça-feira, 3 de maio de 2011

sábado, 26 de março de 2011

Em "Sites que Amamos", encontrei uma publicação antiga, de 2008 com a chamada "crie seu próprio Jackson Pollock"com o link http://www.jacksonpollock.org/, e curiosa fui conferir não só o link, mas quem foi Jackson Pollock (http://pt.wikipedia.org/wiki/Jackson_Pollock) e vejam só que obras lindas encontrei:




quinta-feira, 24 de março de 2011






Mais um trabalho...
                                                         YESTARDAY - BEATLES

quarta-feira, 23 de março de 2011

FLORBELA ESPANCA

Lágrimas Ocultas

Se me ponho a cismar em outras eras

Em que rí e cantei, em que era querida,

Parece-me que foi outras esferas,

Parece-me que foi numa outra vida...

E a minha triste boca dolorida

Que dantes tinha o rir das primaveras,

Esbate as linhas graves e severas

E cai num abandono de esquecida!

E fico, pensativa, olhando o vago...

Toma a brandura plácida dum lago

O meu rosto de monja de marfim...

E as lágrimas que choro, branca e calma,

Ninguém as vê brotar dentro da alma!

Ninguém as vê cair dentro de mim!





A Mulher

Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!

Como sabes ser doce e desgraçada!

Como sabes fingir quando em teu peito

A tua alma se estorce amargurada!

Quantas morrem saudosa duma imagem.

Adorada que amaram doidamente!

Quantas e quantas almas endoidecem

Enquanto a boca rir alegremente!

Quanta paixão e amor às vezes têm

Sem nunca o confessarem a ninguém

Doce alma de dor e sofrimento!

Paixão que faria a felicidade.

Dum rei; amor de sonho e de saudade,

Que se esvai e que foge num lamento!



Súplica

Olha pra mim, amor, olha pra mim;

Meus olhos andam doidos por te olhar!

Cega-me com o brilho de teus olhos

Que cega ando eu há muito por te amar.

O meu colo é arrninho imaculado

Duma brancura casta que entontece;

Tua linda cabeça loira e bela

Deita em meu colo, deita e adormece!

Tenho um manto real de negras trevas

Feito de fios brilhantes d`astros belos

Pisa o manto real de negras trevas

Faz alcatifa, oh faz, de meus cabelos!

Os meus braços são brancos como o linho

Quando os cerro de leve, docemente...

Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te

Nessa cadeia assim etemamente! ...

Vem para mim,amor...Ai não desprezes

A minha adoração de escrava louca!

Só te peço que deixes exalar

Meu último suspiro na tua boca!...





A Vida

É vão o amor, o ódio, ou o desdém;

Inútil o desejo e o sentimento...

Lançar um grande amor aos pés de alguém

O mesmo é que lançar flores ao vento!

Todos somos no mundo" Pedro Sem",

Uma alegria é feita dum tormento,

Um riso é sempre o eco dum lamento,

Sabe-se lá um beijo de onde vem!

A mais nobre ilusão morre... desfaz-se...

Uma saudade morta em nós renasce

Que no mesmo momento é já perdida...

Amar-te a vida inteira eu não podia.

A gente esquece sempre o bem de um dia.

Que queres, meu Amor, se é isto a vida!

segunda-feira, 21 de março de 2011



Incrementando a caixinha!

domingo, 13 de março de 2011