domingo, 21 de agosto de 2011

GEOMETRIA SAGRADA


Das galaxias às moléculas, a geometria sagrada tem o esteio de quase todas as coisas edificadas pela mão do homem. Em todas as ocasiões de criação de uma forma geométrica qualquer, a geometria manifestou-se como única expressão universal. E tal unidade, desde os primórdios dos tempos históricos, tem-se revelado na construção de civilizações.

O conhecimento a respeito do sol, seu nascimento e seu ocaso, o avanço das estações e a precessão do equinócio, eram características bem entendidas pelos nossos recentes ancestrais. Eles aprenderam a usar a sombra lançada pelo Sol para medir e a circunferência da Terra com alto grau de exatidão. Também está claro que tinham completo entendimento dos ciclos da Lua.



Tudo isso eles viam claramente como luzes guias em suas vidas, de tal maneira que elas se tornaram o coração de seus sistemas de crenças religiosas.

Todo conhecimento que nossos antepassados possuíam a respeito do mundo natural era o necessário para permitir que os maçons operativos realizassem suas tarefas de construção. Agora é possível entender a razão pela qual as cerimônias maçônicas incluem o legado dessas eras passadas.

Mas desenhar um prédio em harmonia com as forças da criação, com o macrocosmo, era algo diferente. Isso exigia claramente conhecimentos especializados. Qual seriam esses conhecimentos..?

A sombra e o Obelisco:

Exatamente como Eratóstenes usou a sombra de uma vara para calcular a circunferência do globo, também os Egípcios Antigos usarem outra forma de vara, o Obelisco.

A forma desta importante ferramenta era ideal para fins de monitoramento. Tendo em seu topo uma peça pontiaguda piramidal [piramídio], o obelisco levanta-se em direção a um ponto. Assim, a sombra lançada no chão fornecia um ponto claramente definido como marcador. Com ele foi possível determinar o movimento da abóboda celeste, marcar as horas em segmentos de 15° num quadrante radial, determinar o sentido leste-oeste verdadeiro para iniciar construções, estudar a Astrologia por meio dos Equinócios e Solstícios, entender as Precessões, e com tudo isto, e muito mais, conseguiram entender linearmente a conexão entre todo na Terra e Deus.


A partir da utilização das sombras combinadas com: o compasso, o prumo, o nível e o esquadro, nascem um universo de figuras geométricas que se convertem logo depois em arte, arquitetura, engenharia, música, e simbologia.


Os nossos ancestrais reconheceram mensurarem e tentarem entender o infinito do MACRO, ou seja, desde o seu ponto de vista individual para o exterior do planeta procurando os deuses no espaço. Mas é nos dias de hoje que o moderno ser humano com sua tecnologia reconhece o infinito do MICRO e é grande a surpresa quando comparada a geometria deste moderno universo com o dos nossos antepassados.

Tudo é igual?, mas qual é o ponto médio então?...



Você já reparou que na natureza, em todos os reinos, tudo parece ter sido desenhado de forma geométrica! Para quem gosta de matemática e geometria, os números e estes desenhos estão presentes em tudo. Perceba as estruturas dos cristais, as folhas das plantas, as flores, as frutas, as teias das aranhas, a colméia com seus favos, o desenho da pele das cobras, o formato dos planetas e o desenho que formam suas órbitas em torno do Sol, uma galáxia, enfim, observando a natureza, não tem como não notar a presença da geometria na criação divina.

O estudo aprofundado das relações geométricas nas formas fez com que o homem as usasse de uma maneira que extrapola o meramente humano e prático, se tornando uma ferramenta de contato com o que é sobre-humano, com o divino e até com o extraterrestre.

Estudiosos observaram que o mapa da planície de Gizé, no Egito, propõe o desenho duma espiral áurea, unindo-se a localização das pirâmides e algumas câmaras ou salas ainda não descobertas. A espiral áurea também está presente no formato do crescimento do caramujo conhecido por Nautilus Marinho, e na flor do girassol. Ela nos remete a um número áureo 1, 61764... da seqüência de Fibonacci, 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55... em que cada número é obtido pela soma dos dois outros que o antecedem.



O número áureo 1, 6... aparece como resultado da divisão do maior pelo seu antecedente na maioria das vezes. A espiral áurea é uma forma geométrica obtida pela união de vários semi-círculos inscritos em quadrados de lados cujas medidas seguem a seqüência de Fibonacci. Supõe-se que os antigos egípcios, com suas pirâmides, e outros povos, como os Maias, queriam entrar em contato com civilizações estelares. Além da disposição referida, ocupando pontos específicos da malha magnética da Terra, a geometria das pirâmides, tetraédrica, seria outra chave fundamental para se estabelecer o contato.

Outro elemento importante da Geometria Sagrada é a Vesica Piscis (Bexiga do Peixe). Forma geométrica resultante do encontro de dois círculos, conhecida também como o “Olho de Deus”. Deu origem também à Flor da Vida, um padrão geométrico presente no DNA e nas células de todos os seres.

(Veja abaixo a matéria completa sobrre a Flor da Vida)


Veja os vídeos sobre a Geometria Sagrada aqui:

Geometría Sagrada 01http://www.youtube.com/user/MisteriosUniverso#p/c/9505CB4F31F3ADA3

Geometría Sagrada 02http://www.youtube.com/user/MisteriosUniverso#p/c/9505CB4F31F3ADA3

Os sólidos platônicos são objetos tridimensionais primários completamente simétricos. São os únicos poliedros compostos de polígonos regulares. São tidos como símbolos visíveis e demonstrativos da Orgânica do Universo e conhecidos desde a Antigüidade por Platão, e a eles foram atribuídos vários significados místicos. Eles são o tetraedro (4 faces, elemento Fogo, cor vermelha), o cubo (6 faces, elemento Terra, cor Verde), o octaedro (8 faces, elemento Ar, cor Amarela), o dodecaedro (12 faces, elemento Éter, Cor Violeta, Força Universal da Vida) e o icosaedro (20 faces, elemento Água, cor Azul, Força Biológica da Vida). Mas, por que apenas cinco? Repararam que o icosaedro se aproxima da forma geométrica mais perfeita que existe, a esfera?
"Veja aqui o vídeo"

A Geometria Sagrada está presente nas diferentes artes assim como: Medicina, engenharia, arquitetura, Música, psicologia, nas igrejas atuais, pinturas de Leonardo Da Vinci, nas catedrais antigas, na Cabala, na Árvore da Vida, no Zodíaco, nas Mandalas, nos Merkabahs, nos símbolos da Cura Quântica e dos Reikis, na Radiônica, nos gráficos radiéstésicos, nos diversos amuletos de poder, nas figuras religiosas e até nos desenhos que aparecem em campos de plantação de milho ou canaviais - chamados “Crop Circles” a que se atribuem mensagens extraterrestres.

"Veja aqui o vídeo"

A Geometria Sagrada tem ajudado muito o ser humano quando usada com sabedoria, discernimento e ética. É inegável o benefício que trazem as mandalas, símbolos radiestésicos, o uso do baguá no feng shui, formas harmônicas de edificações, móveis e determinados objetos artísticos.

“Deus é o grande geômetra. Deus geometriza sem cessar.
Por toda a parte, existe Geometria”. (Platão)




A FLOR DA VIDA

A flor da vida é um símbolo esotérico Egípcio que descreve a geometria sagrada que deu lugar ao Universo e que determina os processos naturais como a mitose celular e os movimentos dos sois e os planetas.

Uma forma que conceitua a vida como um processo no tempo, a forma que contem os ritmos; as horas; os dias; os meses; os movimentos dos corpos celestes durante os quais a ideia toma forma, a semente germina.

A Flor da Vida representa o momento em que Deus ativa sua vontade, quando desperta sua consciência para animar o Universo, quando abandona o estado de repouso, de não ego, de não ser, de vazio e de escuridão. É o momento em que Aton Rá, o Deus não manifesto, se transforma no Deus criador de tudo o que existe, o Fiat Lux, o momento em que nasce a flor da vida e que tudo inicia a sua primeira volta.

Para os Egípcios os movimentos de Deus começam com um ponto conceitual, o Olho de Horus, de onde surge a flor da vida cujo fruto é o Universo, a criação. O ponto é referência para saber que existe um movimento, nele começa sua geometria sagrada, dali Deus cria o primeiro espaço virtual do Universo.

Faz isso projetando-se para fora como um ponto que avança repetindo-se formando uma linha reta, a forma Masculina, é o Deus Pai que manifesta sua energia e sua sabedoria. Sua vontade ativa é transformada pelo Deus Mãe, a substância infinita, que gera no seu interior uma resposta, o Deus filho que regressa com a percepção dum plano virtual reconhecido.

Assim os Egípcios entendem a Trindade, como um processo simultâneo, equilátero, de dados enviados, recebidos, e conscientizados. Por isso o triângulo equilátero é a base do Tetraedro, o primeiro sólido puro, forma primaria, masculina de tudo que foi criado.

O processo se multiplica no tempo e no espaço, para frente, para trás, para cima e para baixo, a direita e a esquerda. Assim Deus gera um espaço virtual auto referente.

Simultaneamente ao girar esse volume ao redor do ponto de partida constrói-se o principio feminino, a esfera, um espaço passivo sem tensões com todos os seus pontos ligados ao centro, ao Olho de Horus.

A esfera é a placenta que contem tudo, a substância de todas as formas e volumes, é uma expressão de unidade, de totalidade e de integridade. Nenhum dos pontos da superfície e mais importante que outro, e chega-se a todos da mesma forma desde seu centro de força e energia que os origina. Átomos; células; sementes; planetas e sois, todos fazem eco a essa forma de unidade e potencialidade.

A primeira esfera virtual contem os cinco modelos de Poliedros regulares, sólidos com todos os seus lados e ângulos iguais, chamados de sólidos Platônicos, em homenagem a Platão que aprendeu a Flor da Vida com mestres Egípcios.

São a base, os tijolos com que todo o Universo foi construído, simbolizavam os cinco elementos da Natureza: O fogo; a Terra; o Ar; o espírito ou éter; e a água.



Os dois cubos dentro do Cubo de Metatron

O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos construtores da nossa realidade física.


O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro.

Foi durante a sua permanência no Egito que Platão afirmou ter recebido conhecimento sagrado do interior das Pirâmides. Os cinco sólidos mais tarde apelidados de Platônicos representam na Alquimia os cinco elementos.

domingo, 7 de agosto de 2011

Pesquisador da Universidade de Bournemouth, do Reino Unido, anuncia ter encontrado o local exato de origem das famosas pedras azuis usadas na construção de Stonehenge. Agora, falta responder várias outras perguntas sobre o conhecido sítio arqueológico. ________________________________________________________________

Há 4.605 anos, na chamada terceira fase de construção do famoso e enigmático sítio arqueológico de Stonehenge, na Inglaterra, 80 pedras azuis foram colocadas no interior do círculo que já existia, em duas fileiras. Até hoje não se sabe exatamente por que aquelas rochas, dispostas em formato de meia-lua, foram colocadas lá.

Apesar, também, de os pesquisadores terem uma pista do local de origem daquelas rochas, que seria nas montanhas do País de Gales, a 385 quilômetros de distância, o local exato da extração das pedras azuis permanecia desconhecido. Para Tim Darvill, professor da Universidade de Bournemouth, do Reino Unido, pelo menos esse mistério em relação ao sítio chegou ao fim.

Em artigo publicado na edição de julho/agosto da revista British Archaeology, o especialista britânico anuncia que chegou ao lugar de origem das rochas que formam o semicírculo interno do sítio arqueológico. A espécie de pedreira tem menos de meio hectare e está localizada realmente, como se imaginava, nos Montes Preseli.

O pesquisador encontrou no local paredões rochosos com claros sinais de trabalho humano. Alguns blocos, diz o pesquisador, foram retirados de lá do chão ou das paredes em tempos antigos. A tecnologia na época, que deveria ser simples e eficiente, não deixou muitas marcas no material, segundo o estudo.

Com o achado, Darvill imagina que alguns conceitos sobre a construção de Stonehenge terão que ser revistos. Pelo que foi observado, a exploração daquela espécie de pedreira ocorreu por muito tempo, e uma quantidade muito grande de rochas foi levada de lá.

A simplicidade da tecnologia usada também é outro ponto em discussão. Muitos dos blocos rochosos foram retirados dos paredões já praticamente soltos. Os exploradores aproveitavam o processo de destacamento natural das rochas. O local de origem das pedras azuis, que já se sabia ser distante de Stonehenge, é mais remoto, e de díficil acesso, do que imaginavam os pesquisadores. As dúvidas, portanto, continuam bem maiores do que as certezas.

Agência Fapesp

terça-feira, 3 de maio de 2011

sábado, 26 de março de 2011

Em "Sites que Amamos", encontrei uma publicação antiga, de 2008 com a chamada "crie seu próprio Jackson Pollock"com o link http://www.jacksonpollock.org/, e curiosa fui conferir não só o link, mas quem foi Jackson Pollock (http://pt.wikipedia.org/wiki/Jackson_Pollock) e vejam só que obras lindas encontrei:




quinta-feira, 24 de março de 2011






Mais um trabalho...
                                                         YESTARDAY - BEATLES

quarta-feira, 23 de março de 2011

FLORBELA ESPANCA

Lágrimas Ocultas

Se me ponho a cismar em outras eras

Em que rí e cantei, em que era querida,

Parece-me que foi outras esferas,

Parece-me que foi numa outra vida...

E a minha triste boca dolorida

Que dantes tinha o rir das primaveras,

Esbate as linhas graves e severas

E cai num abandono de esquecida!

E fico, pensativa, olhando o vago...

Toma a brandura plácida dum lago

O meu rosto de monja de marfim...

E as lágrimas que choro, branca e calma,

Ninguém as vê brotar dentro da alma!

Ninguém as vê cair dentro de mim!





A Mulher

Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!

Como sabes ser doce e desgraçada!

Como sabes fingir quando em teu peito

A tua alma se estorce amargurada!

Quantas morrem saudosa duma imagem.

Adorada que amaram doidamente!

Quantas e quantas almas endoidecem

Enquanto a boca rir alegremente!

Quanta paixão e amor às vezes têm

Sem nunca o confessarem a ninguém

Doce alma de dor e sofrimento!

Paixão que faria a felicidade.

Dum rei; amor de sonho e de saudade,

Que se esvai e que foge num lamento!



Súplica

Olha pra mim, amor, olha pra mim;

Meus olhos andam doidos por te olhar!

Cega-me com o brilho de teus olhos

Que cega ando eu há muito por te amar.

O meu colo é arrninho imaculado

Duma brancura casta que entontece;

Tua linda cabeça loira e bela

Deita em meu colo, deita e adormece!

Tenho um manto real de negras trevas

Feito de fios brilhantes d`astros belos

Pisa o manto real de negras trevas

Faz alcatifa, oh faz, de meus cabelos!

Os meus braços são brancos como o linho

Quando os cerro de leve, docemente...

Oh! Deixa-me prender-te e enlear-te

Nessa cadeia assim etemamente! ...

Vem para mim,amor...Ai não desprezes

A minha adoração de escrava louca!

Só te peço que deixes exalar

Meu último suspiro na tua boca!...





A Vida

É vão o amor, o ódio, ou o desdém;

Inútil o desejo e o sentimento...

Lançar um grande amor aos pés de alguém

O mesmo é que lançar flores ao vento!

Todos somos no mundo" Pedro Sem",

Uma alegria é feita dum tormento,

Um riso é sempre o eco dum lamento,

Sabe-se lá um beijo de onde vem!

A mais nobre ilusão morre... desfaz-se...

Uma saudade morta em nós renasce

Que no mesmo momento é já perdida...

Amar-te a vida inteira eu não podia.

A gente esquece sempre o bem de um dia.

Que queres, meu Amor, se é isto a vida!

segunda-feira, 21 de março de 2011



Incrementando a caixinha!

domingo, 13 de março de 2011

domingo, 5 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Registrando como eles cresceram.



Posted by Picasa

terça-feira, 3 de agosto de 2010

NEIL YOUNG

              Minha Seleção Preferida:                  

Change Your Mind
Comes a Time
Down By The River
Harvest Moon
Heart Of Gold
My My, Hey Hey
Long May You Run
Eldorado
NEIL YOUNG



Neil Percival Young (Toronto, 12 de novembro de 1945) é um músico e compositor de origem canadense, que fez sua carreira nos Estados Unidos. Conhecido por sua voz anasalada e suas letras pungentes, Young é uma lenda do rock americano, mas seu estilo musical transita entre o folk e o country rock, alternando com álbuns mais "pesados" em que algumas músicas se aproximam do hard rock, com guitarras "sujas" e longos solos improvisados com muita distorção. Seus shows são verdadeiras celebrações de rock usualmente acompanhado da banda Crazy Horse, que o acompanha desde o início da carreira.


Biografia

Neil Percival Kenneth Robert Ragland Young nasceu em Toronto, no Canadá, mas ainda jovem, devido a separação dos pais, mudou-se para Winnipeg, capital da província de Manitoba, localizada na região central do Canadá. Começou sua carreira tocando no circuito folk/rock local.

Durante meados dos anos cinquenta, em torno da idade de dez ou onze anos, o jovem foi atraído para uma variedade de gêneros musicais, incluindo rock and roll, rockabilly, doo-wop, R&B, country e western pop.

Ele ouvia a música pop na estação de rádio CHUM[1], em seu rádio transistor [2], quando era garoto. Young afirmou em entrevistas que idolatrava Elvis Presley e esforçou-se para ser como ele. Ao ser entrevistado pela Guitare & Claviers Magazine, Yong afirmou que a vida de Presley inspirou algumas de suas canções mais famosas, como "Hey, Hey, My, My" e "He Was The King"[3].

Young admirava Chuck Berry e Little Richard e adorava assisti-los na televisão[4]. Young afirma em uma entrevista com McDonough que os grupos e artistas que ele descobriu mais influentes no início de sua carreira foram: Elvis Presley[1], Fats Domino, The Chantels, The Monotones, Ronnie Self[5], The Fleetwoods, Chuck Berry, Little Richard, Jerry Lee Lewis[4] Johnny Cash,[2] e Grant Gogi[1].

Em 1965 resolve voltar para Toronto, onde em 1966 se junta a banda The Mynah Birds, gravando alguns compactos. Após isso, mudou-se para Los Angeles e juntamente com Stephen Stills formou o Buffalo Springfield, uma banda de folk-rock inovadora, mas que na época teve apenas uma relativa repercussão (seu trabalho só foi de fato reconhecido mais tarde). Quando o grupo acabou em 1968, Young partiu para a carreira solo. De seus álbuns iniciais, Everybody Knows this is nowhere (1969) e o essencial After the Gold Rush (1970) foram aclamados pela crítica, ao mesmo tempo em que aceitou participar do Crosby, Stills & Nash, como membro efetivo. Acrescido de Young no nome, o quarteto fez muito sucesso nos anos 1969/70, principalmente o álbum Deja Vu. Após uma turnê pelos EUA, separaram-se amigavelmente; Neil Young voltaria ocasionalmente a gravar com os ex-companheiros.

O espetacular sucesso comercial de Harvest (1972), torna Young um "superstar" do folk-rock, mas a morte de dois amigos seus neste mesmo ano, o guitarrista Danny Whytten e o roadie Bruce Berry o colocam numa longa fase depressiva, em que envolve-se com drogas e álcool, acabando por influenciar seu trabalho. Os álbuns gravados neste período são marcados por temas como a morte, a solidão, a loucura, as drogas, trazendo um som mais áspero, cru e pesado, que o afastam do grande público e descontentam a crítica. Entre 1973 e 1975, lança o que é considerada a sua "trilogia suja" (ditch trilogy), bem representativa de sua fase emocional na época: Time Fades Away, On The Beach e Tonight's The Night; à época bastante criticados, hoje são considerados grandes clássicos dos anos 70 e de sua discografia. Esta fase em parte é rompida com "Zuma"(75) e um retorno ao folk e ao country-rock, principalmente em Comes a time (1978), um celebrado álbum embasado no country. Influenciado pelo impacto cultural do punk, Neil Young lança Rust Never Sleeps (1979), uma elegia ao espírito do rock'roll, seguido de Rust live, talvez seu melhor álbum ao vivo.

Nos anos 80, Neil Young desenvolveu uma carreira errática, gravando álbuns de rockabilly, clássicos do country (Old Ways, de 1984) e blues, não se fixando numa linha de atuação. O álbum Freedom (1989) o recoloca em evidência, depois de um período de obscuridade e marca uma retomada bem-sucedida da carreira, que se mantém até hoje, ora lançando discos aclamados ora lançando discos controversos, como é bem típico de sua personalidade.


Discografia

Com Crosby, Stills, Nash & Young

1970 Déjà Vu

1971 Four Way Street

1974 So Far

1988 American Dream

1999 Looking Forward

[editar] Com Buffalo Springfield

1967 Buffalo Springfield

1967 Buffalo Springfield Again

1968 Last Time Around

1973 Buffalo Springfield (compilação)

2001 Buffalo Springfield (box set)


Solo

1968 Neil Young

1969 Everybody Knows This Is Nowhere (com Crazy Horse)

1970 After the Gold Rush

1972 Harvest (com The Stray Gators)

1972 Journey Through the Past

1973 Time Fades Away (com The Stray Gators)

1973 Tonight's the Night (com The Santa Monica Flyers, editado apenas em 1975)

1974 On the Beach

1975 Zuma (com Crazy Horse)

1976 Long May You Run (com Stephen Stills, the "Stills-Young Band")

1977 American Stars'n'Bars

1977 Decade

1978 Comes A Time

1979 Rust Never Sleeps (com Crazy Horse)

1979 Live Rust (ao vivo, com Crazy Horse)

1980 Where the Buffalo Roam

1980 Hawks and Doves

1981 Re-ac-tor (com Crazy Horse)

1982 Trans

1983 Everybody's Rockin' (com Shocking Pinks)

1985 Old Ways

1986 Landing on Water

1987 Life (com Crazy Horse)

1988 This Note's For You (com The Bluenotes)

1989 Eldorado (EP) (com The Restless)

1989 Freedom

1990 Ragged Glory (com Crazy Horse)

1991 Weld (ao vivo, com Crazy Horse)

1991 Arc (ao vivo, with Crazy Horse)

1992 Harvest Moon

1993 Lucky Thirteen

1993 Unplugged

1994 Sleeps With Angels (com Crazy Horse)

1995 Mirror Ball (com Pearl Jam)

1996 Dead Man (banda sonora)

1996 Broken Arrow (com Crazy Horse)

1997 Year of the Horse (ao vivo, com Crazy Horse)

2000 Silver & Gold

2000 Road Rock Vol. 1

2002 Are You Passionate? (com Booker T. & the MG's)

2003 Greendale (com Crazy Horse)

2004 Greatest Hits

2005 Prairie Wind

2006 Living With War

2006 Live At Fillmore East 1970-2006 (with Crazy Horse)

2007 Chrome Dreams II"

2009 Fork in the Road


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

PATRIMÔNIOS DA HUMANIDADE

As Ilhas Marshall, o arquipélago de Kiribati e a República da Coreia foram incluídas pela primeira vez na lista do Patrimônio Mundial da Unesco pelo comitê reunido em Brasília. A organização concluiu nesta segunda-feira a escolha dos 21 novos sítios declarados patrimônios da humanidade de uma lista que originalmente contava com 39 inscritos de 33 países. A lista também inclui um sítio brasileiro: a Praça de São Francisco, em São Critovão, no Estado de Sergige. Conheça 12 dos sítios aprovados:


Hahoe e Yangdong, na Coreia do Sul
Fundadas nos séculos XIV e XV, Hahoe e Yangdong são vistas como as duas mais representativas cidades históricas de clãs na República da Coreia. Seu formato e localização - elas são protegidas por montanhas cobertas por florestas e de frente para um rio e campos agrícolas - refletem a cultura Confucionista aristocrática, característica da primeira parte da Dinastia Joseon (1392-1910). As cidades estão situadas de forma a receber alimento espiritual e físico das paisagens de seus arredores.


Atol Bikini, nas Ilhas Marshall
Após a Segunda Guerra Mundial, em um movimento relacionado com o começo da Guerra Fria, os Estados Unidos decidiram retomar os testes nucleares no Oceano Pacífico, no Atol Bikini, no arquipélago Marshall. Após o deslocamento dos habitantes locais, 67 testes nucleares foram feitos entre 1946 e 1958, incluindo a explosão da bomba de hidrogênio, em 1952. O Atol Bikini foi considerado uma evidência tangível muito significativa para comunicar a potência dos testes nucleares, a partir dos navios afundados pelos testes em 1946 e a gigante cratera Bravo.
















Turaif, em ad-Dir'iyah, na Arábia Saudita
A cidade foi a primeira capital da Dinastia Saudy, no coração da Península Arábica, a nordeste de Riyadh. Fundada no século XV, Turaif foi construída no estilo arquitetônico Najdi, que é específico do centro da Península Arábica. No século XVIII e início do século XIX, o papel religioso e político da cidadela at-Turaif aumentou e ela se tornou o centro do poder temporário da família Saud e da difusão da reforma Wahhabi dentro da religião islâmica. O local inclui os vestígios de vários palácios e um conjunto urbano construído nas proximidades do oásis ad-Dir'iyah.



Locais para Condenados na Austrália
O sítio inclui uma seleção de 11 locais entre milhares que funcionaram como prisões na época em que o império britânico era soberano em solo australiano, nos séculos XVIII e XIV. Eles estão localizados na faixa costeira de onde os povos aborígenes foram forçados a sair, principalmente ao redor de Sidney e na Tasmânia, assim como nas Ilhas Norfolk e em Fremantle.

Jantar Mantar, na Índia
Jantar Mantar, em Jaipur, é um local de observação astronômica construído no início do século XVIII, e inclui um conjunto de 20 instrumentos fixos. Eles são exemplos em alvenaria de aparelhos conhecidos, mas que, em muitos casos, têm características próprias. Desenhados para a observação de posições astronômicas a olho nu, eles incorporam várias inovações instrumentais e arquitetônicas.

Sheikh Safi al-Din Khanegah e Conjunto Shrine, em Ardabil, no Irã
Construído entre o início do século XVI e o final do século XVIII, o local de retiro espiritual na tradição Sufi possui formas arquitetônicas tradicionais iranianas para maximizar o uso do espaço disponível para acomodar uma variedade de funções - entre elas, uma biblioteca, uma mesquita, uma escola, um mausoléu, uma cisterna, um hospital, cozinhas, uma padaria e alguns escritórios.

Complexo do Mercado Histórico de Tabriz, no Irã
Tabriz é um lugar de intercâmbio cultural desde a antiguidade e seu complexo do mercado é um dos mais importantes centros comerciais da Estrada da Seda. O Complexo do Mercado Histórico de Tabriz possui uma série de estruturas de tijolos cobertas, interconectadas, prédios e espaços cercados com diferentes funções. Tabriz e seu mercado já foram prósperos e famosos no século XIII, quando a cidade, na província do Azerbaijão Oriental, tornou-se a capital do Reino Safavid.

Praça de São Francisco, no Brasil
Localizada na cidade de São Cristovão (SE), a Praça de São Francisco foi o único sítio brasileiro aprovado no encontro como patrimônio da humanidade. A área inclui a Igreja de São Francisco, o palácio do governo local e outras construções dos séculos 18 e 19.


China Danxia
China Danxia é um conjunto de penhascos, colinas, vales, cachoeiras e rochedos localizado no sudoeste da China que contem uma cerca de 400 espécies de animais e vegetais raros ou ameaçados. O sítio declarado patrimônio da humanidade inclui seis áreas.


Área Protegida das Ilhas Phoenix, em Kiribati
A Área Protegida das Ilhas Phoenix (Pipa, na sigla em inglês) é um sítio de mais de 400 mil km² no sul do Oceano Pacífico. O local, que pertence a Kiribati, é a maior área marinha protegida do mundo. Ela conserva um dos maiores ecossistemas intactos de corais do mundo e abriga mais de cerca de 800 espécies marinhas.

Camino Real de Tierra Adentro, no México
O caminho real, também conhecido como rota da prata, consiste em 55 locais, que incluem cinco sítios já listados como patrimônios da humanidade, que percorrem uma rota de 2,6 mil km dos quais um segmento de 1,4 km ainda podem ser vistos. O caminho foi ativamente usada entre os séculos 16 e 19 para o transporte de prata e mercúrios extraídos no México.

Conjunto de canais fluviais Singelgracht, em Amsterdã, Holanda
O histórico conjunto de canais foi projetado entre o final do século 16 e o início do século 17. O sítio reúne canais que circundavam a oeste e ao sul a cidade antiga e do porto medieval de Amsterdã, acompanhados pela fortificação conhecida como Singelgracht.



Redação Terra
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4600136-EI294,00-Conheca+sete+dos+novos+patrimonios+da+humanidade+da+Unesco.html#tarticle

domingo, 1 de agosto de 2010

Para recordar
Um pouco de Anos 70

http://www.musicabase.com/






A ERA DISCO


A década de 70 representa o apocalipse da música pop, que naquela época vivia momentos grandiosos, com super grupos e altas produções. Mas a overdose de super produções começou a cansar o grande público, o rock começava a investir no clássico e tudo parecia muito chato. Foi então que um movimento popular tomou conta da cena: a dance music. Essa música dançante começou a aparecer nas paradas de sucesso por volta de 1974, quando grupos como Shirley and Co. e The Hues Corporation emplacaram os sucessos Shame, Shame, Shame e Rock The Boat, respectivamente. Por essa época, a voz quente de Barry White já era conhecida das paradas de rhythm ‘n’ blues, mas seu balanço acabou identificado com a nova onda, vide os clássicos You're My First, My Last, My Everything, Can't Get Enough Of Your Love e vários outros.

Disco Fever

A segunda metade da década foi dominada por dois cenários diferentes. Na Inglaterra, surge o movimento punk, das roupas de couro preto e dos cabelos quase raspados, que contestava, com violência, os valores da sociedade do país. Destaque para a banda Sex Pistols. Nos EUA, pop vira sinônimo de disco music. Feita para as pistas de dança das discotecas, celebra o amor e a alegria, utilizando-se da eletrônica com maior intensidade e por vezes até ousando. Ganham espaço nomes como Donna Summer, ABBA, Gloria Gaynor e Bee Gees, estes últimos num come back arrebatador que mudaria sua carreira para sempre, graças à explosão da disco.

O curioso é que apesar de alguns artistas e grupos terem estado fazendo muito sucesso com essa música dançante, a disco music corria sério risco de cair no esquecimento como mais um mero modismo dos anos 70. Só que, de cult dos clubes noturnos, a disco music virou mania mundial a partir de 1977, quando a história de um garotão do Brooklyn que queria subir na vida dançando chegou às telas: "Os Embalos de Sábado à Noite" (Saturday Night Fever), marco absoluto da época. Pronto, era o empurrão que faltava. Este clássico filme (hoje já podemos chamar assim!) serviu para resgatar o desejo pela dança.


No Brasil, o maior símbolo do fenômeno disco fever apareceu em 1978, com a novela Dancin' Days (exibida pela Rede Globo), de Gilberto Braga, onde Sônia Braga encarnava a versão feminina tupiniquim de John Travolta nas pistas de dança. Festas clássicas com big bands e discothèques do momento regaram o horário das oito nesse marco da TV brasileira, até hoje lembrado como um dos maiores sucessos de audiência da Globo.


Os roqueiros odiavam e os músicos sérios torciam o nariz. Mas o fato é que a disco music foi em frente e teve uma grande influência sobre a música pop dos anos 70, a ponto de se tornar parte da cultura de massa e conseqüentemente da memória afetiva das pessoas. Mesmo com as eventuais críticas negativas (por parte dos próprios críticos, obviamente), a disco conseguiu fazer a cabeça até dos ditos "músicos sérios". Exemplos típicos? David Bowie e seu "Station To Station", de 1976 (com Golden Years), Rod Stewart e seu álbum de 1978, "Blondes Have More Fun", com o hit Da Ya Think I'm Sexy? (inspirado em Jorge Benjor!) e até o Blondie com "Parallel Lines" (que originou seu maior sucesso, Heart Of Glass), também de 1978. (Definitivamente, esse foi o ano de ouro das discotecas). Ainda em 78, pegando carona no sucesso dos "Embalos", foi a vez de "Até Que Enfim é Sexta-Feira" (Thank God It's Friday), com ninguém menos que a diva Donna Summer, além de outros conjuntos do momento. Se o filme não fez o sucesso esperado, uma de suas canções, Last Dance (de Donna Summer), levou o Oscar de Melhor Canção daquele ano e é hit até hoje. É inegável, todos que fizeram música naquela época tiveram um pé na disco, ou pelo menos aventuraram-se uma vez por esse terreno dançante, mesmo que não tenha obtido grande sucesso. Todos queriam estar na moda, todos queriam ser disco. Quem não aderisse à moda disco, ficava para trás.

Derivada da música dançante dos anos 60, com um pé na black music e em busca de uma identidade própria, a disco music foi buscar seu nome na denominação francesa discothèque, um clube em que se podia dançar ao som de músicas tiradas de discos.

Aí, nascem mil discotecas pelo mundo, com luzes em pisca-pisca constantes, pares que não se abraçavam e apenas curtiam a harmonia e o ritmo alucinante das guitarras e sintetizadores. Teclados explodiram em cores e fumaças coloridas. Era um novo tempo jovem que se refletia na música. E assim estourava o movimento disco – forma que os americanos inventaram para abreviar 'discothèque'.

Em 1978 foi inaugurada a Meca das discotecas nos EUA, o Studio 54.

Em 1979 foi lançado o álbum que marca mais ou menos o fim da era disco, Off The Wall, a bem sucedida estréia solo de Michael Jackson. Apesar do virtual declínio do movimento, 1979 foi um ano em que as discotecas ainda predominaram (e muito) ao redor do mundo. Mas as previsões estavam certas e em 1980 a disco já cheirava à nostalgia.

Lamentavelmente, a grande maioria dos artistas disco se tornaram anônimos assim que a coisa toda foi decaindo, por volta de 1980/81. Grupos e cantores que cantaram estrondosos hits dançantes de sucesso internacional, como Roberta Kelly (Zodiacs, I’m Sagitarius), Gloria Gaynor (I Will Survive, Never Can Say Goodbye), Chic (Everybody Dance, Le Freak), K.C. & The Sunshine Band (Shake Your Booty, That’s The Way I Like It), Village People (Y.M.C.A., Macho Man), Santa Esmeralda (Don’t Let Me Be Misunderstood, The House Of Rising Sun), Boney M. (Ma Baker, Rivers Of Babylon), Kool & The Gang (Celebration, Ladie’s Night), Sister Sledge (We Are Family, He’s The Greatest Dancer), Tina Charles (I Love To Love, Dance Little Lady Dance), Peaches & Herb (Shake Your Groove Thing, Reunited), Silver Convention (Save Me, Fly Robin Fly) e uma infinidade de outros não passam hoje de incógnitas para as novas gerações. Alguns ainda são lembrados e conseguem manter certo prestígio junto ao mundo da música, como os Bee Gees (Stayin’ Alive, Night Fever), Donna Summer (I Feel Love, Hot Stuff), e o ABBA (Dancing Queen, Voulez-Vous, embora o ABBA não seja um grupo propriamente disco). Outros são lembrados por hits indefectíveis, como o Village People (Y.M.C.A. continua sendo obrigatoriamente tocada nas mais diversas ocasiões ao redor do mundo).

A verdade é que todo mundo já ouviu uma música de discoteca daquela época, mesmo que não saiba o nome ou qual grupo/cantor a cante. Muitos ouvem disco music e não sabem nem o que estão ouvindo, principalmente os jovens, que bóiam na alienação da geração de hoje. Pode-se ouvir samples de várias canções disco nas músicas de Gabriel O Pensador, Lulu Santos, Maurício Manieri, Fat Family e vários outros grupos e cantores brasileiros. [Para os desinformados de plantão, samples são trechos instrumentais ou melódicos retirados de uma música e colocados em outra, remixada ou não, com letra diferente e arranjos modificados. Coisa muito comum hoje em dia, diga-se de passagem.]

Ao contrário do que muita gente atualmente pensa, disco music não é só aquele tipo de música que faz a alegria de drag queens e afins (sem preconceito). Aliás, essa referência se tornou meio "pejorativa" para um movimento que marcou toda uma época. (Tudo por causa do filme "Priscilla, A Rainha do Deserto"...). O "pejorativa" nem se deve às drag queens, mas sim ao tom limitado com que alguns (críticos em especial) enxergam a disco hoje.

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